“Quando uma pessoa quer estar com você, ela estará com você, não existirá desculpa, drama, dor de cabeça, nada, absolutamente nada.”
“Ela tem essa pose de “nada me abala”, mas no fundo, bem lá no fundo, ela é tão mole quanto uma gelatina, tão doce quanto um pote cheio de mel e tão delicada quanto a pétala de uma rosa.”
“Se for verdadeiro vai acontecer, independente de tempo e distância.”
“Vivemos em um país monopolizado pela cultura internacional. Um Brazil onde falar inglês é mais importante do que o próprio português. Let’s go, babies! A gente devemos falar o inglês corretamente, mas o português que é bom, nada, porque a gente somos mais descolados falando língua estrangeira, não importa que a gente sejamos estúpidos em nosso próprio dialeto. Vivemos em um país onde Iphone, Ipod e Idetodososdiabos são mais importantes que um bom livro. E não podemos nos esquecer: esses aparelhos ficam ainda mais legais quando enfeitados com a bandeira do Reino Unido (que inteligentemente o adolescente “descolado” que pensa que sabe falar inglês, chama de bandeira da Inglaterra) e usado para tirar fotos em frente ao espelho fazendo bocas de todos os jeitos. Vivemos em um país onde o “Harlem Shake”, “Gangnan Style” e “Heart Attack” têm mais letra que “Garota de Ipanema”, “Construção” ou “O tempo não para”. A cultura na qual fomos criados prega que Beatles, Queen e Nirvana são mais importantes que Cazuza, Caetano Veloso e Tom Jobim. Aposto que encontro em um Brasil como o nosso muitas pessoas alienadas pela cultura estrangeira e que nem sabem quem são os gênios de nossa terra. Luiz Gonzaga, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Cartola, Noel Rosa, José de Alencar, Jorge Amado, Elis Regina, Renato Russo. Aposto que das muitas pessoas que se dizem “brasileiras” nunca ouviram falar de pelo menos um desses nomes citados. O Brazil não conhece o Brasil, como cantou Elis, o Brasil nunca foi ao Brazil, cantado mais a frente. O Brasil não merece alguns brasileiros que tem. O povo está deitado eternamente em berço esplêndido feito com a madeira extraída na África, coberto com o cobertor fabricado na Europa, encostado com a cabeça no travesseiro produzido na Argentina e com pijama desenvolvido nos Estados Unidos. O coração brasileiro não é verde e amarelo. Nas veias pulsa o sangue diluído nas milhares de coisas oriundas de outros países. O Brasil desconhece sua própria cultura e o povo brasileiro nem mesmo se lembra ou se importa com isso. Oh, God! Save the queen! Hey! Ho! Let’s Go! Help! As rosas não falam, meu Brasil. Não mais. Porque o tempo de Cazuza parou e virou os olhos pro estrangeirismo. O povo não ouve mais o grito do Ipiranga. Agora só tem ouvidos pro grito do cantor americano em seu show há muito esperado. O Brasil desconhece o Brazil, mas conhece de cabo a rabo o EUA, a Espanha, o Canadá… o mundo.”
“Ultimamente não estou esperando coisas boas, e nem ruins, de nada e nem de ninguém. Por mim, tanto faz, cansei de criar falsas expectativas.”
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Caio Fernando Abreu. (via
allaxg)
“Essa regra de não chorar não funciona.”
“Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio de um deserto, seja no meio das grandes cidades. E quando estas pessoas se cruzam, e seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perde qualquer importância, e só existe aquele momento.”